Camiseta manga longa com capuz

Investimento: R$ 110

Disponível nas cores: branca, uva e bege.

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Programa do SBT – Qual é o seu talento?

Em janeiro de 2010 uma aluna da Instrutora Mariana Beluco, Priscila Barros, estava em busca de novos talentos para a segunda temporada do programa do SBT – Qual é o seu talento?

Fiquei bastante interessada na proposta e topei na hora. No início, não sabia direito como seria a apresentação. Não sabia se apresentaria sozinha, um trecho da minha coreografia ou se montaria algum número especial para o programa. Depois de conversar e refletir um pouco sobre o assunto, achei que seria melhor apresentar uma coreografia em dupla. Porém, esta coreografia ainda não existia. Então, pensei rapidamente em quem seria o meu parceiro, e achei interessante convidar o meu irmão, Walmir Correa. Há alguns anos, eu e o Wal quase apresentamos uma coreografia em dupla, criada pela coreógrafa Laura Ferro, mas o projeto não prosseguiu e sentimos que esta seria uma ótima oportunidade.

Como eu não sou muito de assistir TV e sinceramente, nunca tinha visto um capítulo deste programa, resolvi dar uma olhadinha no youtube e ao assistir algumas apresentações, pude ter uma ideia de qual era a proposta do programa.

Tínhamos apenas 2 semanas para criar a nossa apresentação, ou seja, para encontrar música, editar, escolher as posições e passagens, figurinos e todos os detalhes que envolvem o processo de criação de uma coreografia, além é claro, depois de tudo pronto, ensaiar para ficarmos bem sincronizados.

Quando estávamos criando a sequência, a nossa maior preocupação era encontrar uma forma de mostrar a coreografia sem que os jurados nos enquadrassem em acrobatas ou algo do tipo e também, transformar a nossa apresentação em um show, até mesmo com efeitos especiais. Mas, devido a falta de tempo e de recursos não conseguimos incluir estes elementos.

Confira como foi a apresentação no link abaixo:

Nós não seguimos para a segunda etapa do programa. Mas, a experiência foi importante. Televisão é sempre uma incógnita mesmo. Saímos de lá sem saber exatamente o que não emocionou o Saccomani, mas… isso faz parte! :)

 

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Camiseta masculina flor de liz

Investimento: R$ 90

Disponível nas cores: preta, branca, castor e bege.

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Fotógrafa: Gisele Correa

Modelo: Danilo Cassola

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Camiseta manga curta masculina

Investimento: R$ 75

Disponível nas cores: preta, branca, castor e bege.

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Fotógrafo: Flávio Moreira

Modelo: Danilo Cassola

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Macacão feminino mescla

Investimento: R$ 160

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Foto: Flávio Moreira

Fotógrafo: Flávio Moreira

Modelo: Gisele Correa

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“Dance, dance… caso contrário estamos perdidos”. Pina Bausch

Hoje eu assisti ao documentário da coreógrafa alemã Pina Bausch produzido pelo cineasta alemão Wim Wenders. Eu já havia lido um livro sobre ela. Inclusive, ganhei este livro da minha amiga Cherrine Cardoso, e esperei uns 2 anos para ler.

Através do livro conheci um pouquinho sobre o trabalho de Pina. Alguns espetáculos que ela já havia produzido e também como era o processo de criação e pesquisas dos seus espetáculos.

Então, quando fui assistir ao documentário hoje, eu já sabia mais ou menos como seria. Uma das características mais marcantes de Pina é a humanização em suas obras. Muitas vezes, esta humanização ganha um aspecto não muito agradável, que causa uma certa estranheza e ao assistir, a sensação produzida é interessante. Os seus dançarinos, são de diversos cantos do mundo, de todas as raças, idades e tipos físicos. Interessante observar esta característica marcante nas suas obras. No filme, os dançarinos dão depoimentos, e alguns deles, dançaram com Pina Bausch por 22 anos. Pina acompanhou o processo de envelhecimento destes dançarinos. E ao contrário do que acontece em grandes companhias de dança, eles não foram substituídos por dançarinos mais jovens, mas foram mantidos, e o mais interessante, preservando a sua idade, sem querer mascarar o processo natural de desgaste do corpo, com maquiagem, jogos de iluminação etc. Eles foram valorizados. Isso é uma característica muito marcante nos trabalhos contemporâneos. Muito diferente da característica do ballet clássico.

Acredito que vale a pena assistir ao documentário e se deixar envolver, tentar descobrir qual é o sentido daqueles movimentos, enfim, se entregar. Como disse a minha amiga Tati Ribeiro: “eu assisti ao filme como se estivesse olhando para uma obra de arte, tentando desvendar o que estava por trás daqueles movimentos”.

Para ser sincera, não foi fácil para mim. Gosto do que é nitidamente belo, do conceito mais fácil e simples de se compreender por belo. E nos trabalhos de Pina o belo é representado de outra forma. No início, percebi que estava incomodada, queria mas não queria assistir aquelas cenas, aqueles bailarinos, aquela atmosfera um pouco pesada. Mas depois percebi que estava extremamente envolvida e encantada pelo retrato da vida como ela é, com os seus fatos bons e ruins, pelos seus corpos jovens e envelhecidos.

Isso é vida! E por que não retratá-la como ela realmente é?

Na minha opinião, este é o trabalho de Pina.

Para quem quiser conhecer, segue o trailer abaixo.

Dica: a trilha sonora é maravilhosa e a fotografia é linda!

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Comemoração Dia do Yôga no Clube de Campo de Mogi das Cruzes

No último dia 10/3 aconteceu um evento beneficente em comemoração ao Dia do Yôga em Mogi das Cruzes. As comemorações aconteceram no Clube de Campo de Mogi e cada participante doou 2 litros de óleo de cozinha para um fundo de solidariedade.

Parabéns a Instrutora Lúcia Mizoguti, Diretora do Espaço de SwáSthya Yôga Mogi das Cruzes. Ela e sua equipe, realizaram um evento muito especial e importante, proporcionando aos que participaram um dia muito prazeroso, com aulas, palestras, apresentações, shows etc.

As apresentações de coreografias foram apenas um pouquinho do que aconteceu durante o dia 10. O evento contou com a participação especial do Professor Flávio Moreira que ministrou uma aula de SwáSthya e também uma excelente palestra sobre qualidade de vida através do SwáSthya Yôga.

Confira como foram as apresentações acessando os links abaixo:

Um grande beijo.

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Método DeRose de Alta Performance em Barueri

Neste útlimo sábado, dia 10 de março, a Instrutora Gisele Correa e o Instrutor Rafael Ramos demonstraram coreografia do Método DeRose em mais uma edição do “Estacão Lazer”, tradicional evento no calendário da programação de aniversário de emancipação político-administrativa do município de Barueri, realizado pela Prefeitura de Barueri por intermédio da Secretaria de Cultura e Turismo. O evento aconteceu no estacionamento do ginásio poliesportivo José Corrêa.

Acesse os links abaixo para conferir como foram as apresentações:


Esta apresentação aconteceu através do resultado de uma parceiria do Método DeRose Alphaville com a Prefeitura de Barueri.

Meus agradecimentos especiais a toda equipe do Método DeRose Alphaville: Alessandra Fillippini, Ana Paula Matta e Maíra Vasques.

Gostaria de agradecer também aos alunos do Método DeRose Anália Franco e Alto da Mooca: Roberto Dainezi e Kelly Crtistine por terem nos apoiado e dado todo o suporte no backstage.

Espero que gostem das apresentações!

Grande beijo.

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“A grandeza de um país e seu progresso podem ser medidos pela maneira como trata seus animais” Ghandi.

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Exponha-se!

Ontem, quando estava indo para a aula do Educador DeRose, peguei carona com uma amiga e que é também Instrutora do Método DeRose, Leilane, ela trabalha na Unidade Anália Franco.

Papo vai, papo vem, entramos no assunto exposição em público e logicamente veio a questão da demonstração de coreografias.

A Leilane está em vias de se tornar demonstradora e estava me falando que não sente nenhum constragimento em conversar, rir, contar piadas entre amigos, porém, quando está diante de um público e é o centro das atenções, a coisa muda totalmente de figura. Para quem conhece a Leilane, que é super querida com todos, carismática e falante, tem dificuldades de imaginar que até ela tem este receio de se expor.

Foi aí que conversando com ela, me lembrei de quando ainda era aluna e estava me preparando para a prova que faria na Federação do Método DeRose do Estado de São Paulo, para abrir o meu certificado de Instrutora Assistente. Isto aconteceu há 7 anos. Mesmo já tendo experiência com palco, eu tinha um grande pavor em demonstrar, pois o paradigma do ballet é diferente do nosso. Por exemplo: no ballet, somente a melhor bailarina daquele grupo, apresenta um solo. Já no nosso Método, você começa apresentando sozinho. No ballet, você passa uns bons anos se preparando para este momento. Muitas vezes a bailarina passa anos tentando provar que é capaz de fazer um bom solo e quando eu cheguei no Método, foi apavorante ter que me apresentar sozinha, com tão pouco tempo de experiência. Isso não quer dizer que o Método é menos exigente do que uma escola de Ballet, são apenas pontos de vistas diferentes de como treinar os praticantes.

Para mim, apesar de ter sido um grande desafio, percebi que evolui muito rápido na habilidade de me apresentar sozinha e isto me fez ganhar uma grande auto-cofiança que demoraria muitos anos para conquistar se fosse no ballet. Quantas vezes eu já ouvi alunos meus dizendo que depois de demonstrar coreografia sozinhos, nas nossas atividades culturais, sentiram um grande avanço no seu trabalho, pois agora se sentiam mais confiantes nos seus trabalhos, quando íam apresentar algum projeto ou mesmo uma palestra.

Daí vem a pergunta:

O que tem a ver palestras e apresentações de projetos com demonstrar coreografias do Método nas nossas escolas?

Este é o impacto que o Método tem na vida dos nossos alunos. Você nunca sabe qual técnica ou ferramenta vai atuar de forma efetiva na vida deles. Não vou garantir que se você for um ótimo demonstrador de coreografias, conseguirá ser um ótimo palestrante, até porque cada uma dessas funções exige um treinamento diferente e também um bom tempo de dedicação. Mas só posso dizer que já ouvi relatos de vários alunos que sentiram diferença.

Veja só como uma simples conversa, desinteressada com uma amiga querida, pode resultar em várias reflexões e aprendizados. Senti vontade de compartilhar com vocês um pouquinho do que foi a conversa. Eu digo um pouco, porque se eu fosse contar tudo o que falamos, eu iria escrever mais um capítulo do meu livro. Talvez, ninguém tivesse tempo para chegar até o final. Então, mensagem dada. O segredo é:

Exponha-se;

Demonstre coreografia;

Você nem imagina a quantidade de coisas boas que podem vir desse simples ato, mas apesar de simples, requer muita coragem!

Tenham todos os alunos, instrutores e demonstradores que frequentemente exercem este treinamento de coragem e força de vontade.

“Exposição só é difícil quando não se domina o assunto. O melhor remédio para isso é o treinamento”.

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